História  

      Primitivamente habitavam a região do município de Passa Tempo

 os índios Carijós, nas cabeceiras do Rio Pará. Posteriormente, os Carijós

foram expulsos pelos Cataguases que ocuparam todo o sertão de Minas

Gerais. Segundo alguns historiadores elementos da Bandeira de Fernão Dias

Paes Leme passaram pela região, como também Lourenço Castanho Taques,

em sua acirrada luta contra os Cataguases em Minas Gerais.

No entanto, o primeiro homem branco, a fixar-se em Passa Tempo, foi

Manoel Francisco Barrozas, que em 1734

penetrou nas cabeceiras do Pará. Outros sesmeiros, que já tinham casas de morada e

roças, puderam requerer sesmarias a partir de 1747.

No início do século XIX Brás da Costa e Ana Moreira doaram uma légua em quadro

 para o patrimônio de Nossa Senhora da Glória. Construiu-se uma capela e

 ao redor dela foi surgindo o povoado, que se transformou em Curato.

Em 14.07.1832 o Curato foi elevado à Freguesia e em 30 de agosto de 1911

foi elevado à Vila, pela Lei n° 556, emancipando-se.